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Museu de Arte da Pampulha
Na última sexta feira (26/03), fomos ao Museu de Arte da Pampulha, lugar que apesar de muito famoso e de estar tão próximo de nós, nao era conhecido por muitos alunos da turma. O museu foi construído a pedido do então prefeito Juscelino Kubitscheck pelo arquiteto Oscar Niemeyer, no início da decada de quarenta, que com
a proibiçao do jogo no país em 1946 teve de fechar a suas portas e anos depois surge nesse mesmo local o museu. O prédio faz parte do Conjunto Arquitetônico da Pampulha, que se complementa com a igreja São Francisco de Assis, a Casa do Baile da Pampulha e o Iate Clube. Foi o primeiro prédio do conjunto a ser construído. O prédio é concebido a partir da alternância de volumes planos e curvos, de jogos de luz e sombra. O bloco posterior em semicírculo estabelece um contraponto em relação à ortogonalidade do antigo salão de jogos. O rigor das retas é quebrado pela parede curva do térreo e pela marquise irregular. As superfícies envidraçadas e as finas colunas que sustentam a marquise são outros elementos a dotar de leveza o conjunto. O uso do vidro - também na escadaria que liga ao atual auditorio - é mobilizado em função da luz e da comunicação entre interior e exterior. Nos jardins projetados por Burle Marx, temos plantas de várias cores e texturas, de épocas de floraçao diferentes e que prezam sempre pelas curvas e pela nacionalidade brasileira.
Casa do Baile
A Casa do Baile foi inaugurada em 1942 para abrigar um pequeno restaurante e esta situada numa ilhota artificial ligada à orla por uma pequena ponte de concreto.
Atualmente possui a missao de organizar, documentar e valorizar os espaços simbólicos da cidade, recebe exposiçoes temporárias, divulga publicaçoes e desenvolve seminarios e outros eventos culturais.O projeto arquitetônico e paisagístico propunha uma integraçao total com o ambiente da lagoa. Niemeyer afirma ter sido o projeto com o qual ele se ocupou das curvas com mais desenvoltura. A planta da Casa do Baile se desenvolve a partir de duas circunferencias que se tangenciam internamente. Delas desprende-se uma marquise sinuosa que provoca o olhar.
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